Capítulo Quarenta e Oito

Guilherme

As luzes da boate pulsavam como artérias vivas. Vermelho. Azul. Roxo. Uma dança constante de pecado e grana fácil.

Era sexta-feira e o inferno estava cheio. Do jeito que eu gostava.

Os camarotes lotados, os bares fervendo, os seguranças atentos. Mulheres belas demais para serem reais dançavam como se o mundo estivesse prestes a explodir. Homens poderosos gastavam como se o amanhã fosse só um eco distante.

E o dinheiro voltava a fluir como sangue fresco nas veias de um império que quas
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