Guilherme
As luzes da boate pulsavam como artérias vivas. Vermelho. Azul. Roxo. Uma dança constante de pecado e grana fácil.
Era sexta-feira e o inferno estava cheio. Do jeito que eu gostava.
Os camarotes lotados, os bares fervendo, os seguranças atentos. Mulheres belas demais para serem reais dançavam como se o mundo estivesse prestes a explodir. Homens poderosos gastavam como se o amanhã fosse só um eco distante.
E o dinheiro voltava a fluir como sangue fresco nas veias de um império que quas