O sol despontava tímido no horizonte, espalhando um brilho suave pela propriedade. Clarice sentiu o peso da noite ainda suspenso no corpo, mas havia uma chama quieta acesa dentro dela — uma mistura de saudade e esperança que não a deixava descansar.
No celeiro, Leonardo já preparava os equipamentos, ajeitando os cabos com a precisão de quem conhece cada fio como uma extensão de si mesmo.
— Pronta para mais uma caçada? — perguntou ele, com um sorriso que queria esconder uma ansiedade.
— Sempre —