O dia nasceu com um vento morno, carregando promessas não ditas. Clarice acordou antes dos outros. Estava com o bilhete da mãe nas mãos, revezando entre leitura e devaneios. "Onde os sinos dormem". A frase ecoava como uma senha mágica.
Leonardo apareceu na cozinha logo depois.
— Vai dar tudo certo, Clarice — disse, servindo café —. Já avisei a Alê. Ela está organizando os arquivos e vai cuidar da mixagem enquanto a gente vai até a capela.
Ana chegou em seguida, amarrando os cabelos num coque ap