As semanas se passaram.
A recuperação de Emma era lenta, mas cada pequeno avanço era celebrado como um milagre por Alexandre e Miguel.
Ela já conseguia caminhar com mais firmeza, falar com mais clareza.
Mas as lembranças ainda vinham como fragmentos dispersos, pedaços soltos de um quebra-cabeça que ela tentava montar.
Certa tarde, enquanto descansava no quarto iluminado pelo sol, Emma olhou para o homem sentado na poltrona ao lado de sua cama.
Ele lia um livro para ela, como fazia todo