As semanas seguintes em Paris se transformaram numa dança suave entre rotina e encantamento. Ema acordava cedo, preparava o café da manhã com Alexandre, e os dois caminhavam até a escola com Gabriel, que seguia feliz e curioso com seu francês ainda atrapalhado, mas sempre sorridente. Sofia, agora mais próxima, passava parte do dia com eles quando não estava envolvida com os projetos de comunicação que coordenava na ONG.
Ema aproveitava as manhãs para pintar. O ateliê em casa se tornara um refúg