Olívia saiu da sala de Ian como se fosse expulsa por uma força invisível. Naquele momento, não teve vergonha alguma de estar gritando a plenos pulmões para ele. Não tinha medo de enfrentar todos os fantasmas do seu passado. A raiva e a frustração a consumiam, e ela se sentia viva, mesmo que de uma forma dolorosa. A verdade que ela havia guardado por tanto tempo estava finalmente à tona, e a sensação de libertação era ao mesmo tempo aterrorizante e revigorante.
Ela não esperou o elevador, desceu