O som do corpo de Olívia batendo nos degraus de pedra da capela ecoou nos ossos de Ian como um sino fúnebre. Ele a pegou antes que sua cabeça atingisse o chão. Era leve demais. Frágil demais. Um contraste violento com o fogo nuclear que consumia suas próprias entranhas.
Ele a levou até o carro, seus movimentos mecânicos, precisos. A raiva era uma entidade viva dentro dele, pulsando com cada batida do seu coração, alimentada pela imagem queimada em sua retina: o carrinho vermelho de Léo, o brinq