O mundo de Olívia havia se reduzido a um zumbido agudo e persistente, uma névoa branca que dançava em sua visão e uma desorientação que fazia o chão balançar sob seus pés. Através dessa cortina sensorial distorcida, figuras altas e encapuzadas emergiram como fantasmas saídos das paredes. Vestidas de preto da cabeça aos pés, sem uma polegada de pele visível, moviam-se com uma eficiência assustadora, silenciosos como sombras, mas com a presença física de predadores. Não havia gritos, nem ordens g