Sua o que?

Saulo

Notei o rubor em suas bochechas assim que me viu. Aquele olhar rápido, desconfiado, era inconfundível: ciúmes. Angelina podia negar até o fim, mas seus olhos verdes me entregavam tudo.

Atlas correu até ela, mostrando o quadro ainda manchado de cores. Ela se abaixou, parabenizou o menino com um sorriso orgulhoso, e sua voz suave elogiou:

- Está lindo, meu amor. Carla agiliza o almoço, pede ao Adson para montar a mesa, pra gente, tá?

- Claro dona Angelina, com licença.

Mas logo me chamou. O
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