Angelina Da Costa
Era como uma avalanche de borboletas azuis no meu estomago.
Era isso o que eu sentia quando a mão dele se fechava sobre a minha.
Uma correnteza contra a maré.
Os olhares de curiosidade vinham de alguns lados ou talvez fosse coisa da minha cabeça.
Ainda assim, procurei algum rosto conhecido, como se precisasse de confirmação de que aquilo era real, de que alguém estava vendo o que Saulo Prado estava fazendo. Segurando minha mão. Em público. Com naturalidade. Com firmeza. Com