Saulo Prado
- Eu nem acredito, sabia? - ela disse, andando à minha frente, o salto agulha preto riscando o chão como se quisesse marcar território. Girava em seu próprio eixo, olhando para a mão direita com um sorriso bobo.
Suspirei fundo. Quando se virou para mim, rindo como se fosse a mulher mais feliz do mundo, mantive minha expressão séria, sobrancelha arqueada, era só um anel.
- Então... o joalheiro deixou na medida certa? - perguntei, observando seu entusiasmo.
Frantesca assentiu, exib