Lara
O silêncio pesado da suíte foi quebrado pelo som de um trovão distante. A chuva começava a cair lá fora, grossas gotas batendo contra o vidro da janela. A garrafa de vinho ainda estava sobre a mesa, como um lembrete sombrio de que algo — ou alguém — estava nos observando de perto.
Alexandre continuava de pé, com os olhos fixos no celular, mandando mensagens rápidas e precisas para seus contatos. Eu sabia que ele estava tentando assumir o controle da situação, mas a tensão em seu rosto dizi