Mundo ficciónIniciar sesiónO CEO bilionário, Alexandre Costa, é um homem de negócios astuto e calculista, que tem tudo o que poderia desejar: poder, riqueza e prestígio. No entanto, ele está prestes a perder o controle da sua empresa para o marido de sua irmã, que detém uma grande parte das ações. A única forma de evitar isso é casando-se com alguém que possa garantir uma aliança estratégica, um casamento que seja visto como legítimo para os acionistas da empresa. Mas Alexandre não tem interesse em relações amorosas e vê o casamento apenas como uma transação. A solução vem quando ele contrata Lara Silva, uma modelo famosa e de imagem pública impecável, para ser sua esposa por contrato. Ela, embora relutante, aceita a oferta, pois precisa do dinheiro para ajudar sua família, após a morte de seus pais. Além disso, ela nunca foi muito ligada ao amor e está acostumada a transações de alto nível no mundo da moda. Com o casamento armado, a convivência forçada entre Alexandre e Lara começa. O que começa como uma relação fria e puramente profissional, começa a ganhar complexidade à medida que eles se conhecem mais a fundo. Lara tem seus próprios traumas, e Alexandre, apesar de sua fachada impassível, esconde inseguranças e um desejo de proteger sua irmã e a empresa que construiu. À medida que o casamento segue, ambos se veem desafiados a lidar com suas emoções, especialmente quando a linha entre o "contrato" e os sentimentos começa a se borrar. Além disso, o marido da irmã de Alexandre, que está ciente do contrato, tenta manipular a situação para garantir o controle da empresa, colocando o casal em risco. No final, o que parecia ser uma solução simples de negócios pode se transformar em algo muito mais complicado, envolvendo lealdades, traições e uma paixão inesperada.
Leer másAlexandreO dia do julgamento de Luiza chegou. Eu nunca imaginei que precisaria sentar em um tribunal para assistir minha própria irmã sendo julgada por crimes contra mim e minha família. A dor de tudo isso não dava para ser descrita. Lara segurava minha mão, tentando me passar força, e meus pais estavam ao meu lado, cabisbaixos, desolados.Quando Luiza entrou no tribunal, trajando o uniforme bege de detentos, meu coração apertou. Minha mãe não conseguiu conter o choro, escondendo o rosto nas mãos. Meu pai, sempre tão firme, deixava lágrimas discretas caírem enquanto encarava o chão.O promotor apresentou as provas: áudios, transferências bancárias, confissões gravadas, depoimentos do Zeca, o mecânico, e de outros envolvidos. Era irrefutável. Luiza havia planejado tudo ao lado de Augusto, Lucas, Júlio e Zeca. Ela havia se tornado tudo o que nossos pais sempre temeram.Quando o juiz leu a sentença, o peso do momento caiu sobre todos nós:— Luiza, a senhora está condenada a dezoito anos
AlexandreO dia do julgamento de Augusto finalmente chegou. O tribunal estava lotado — jornalistas, curiosos, policiais. Todos queriam ver o desfecho daquele caso que havia tomado conta das manchetes. Eu estava sentado com Lara, que segurava minha mão com força. Meu pai e minha mãe também estavam ali, em silêncio, carregando a dor de ver a família despedaçada por dentro.Augusto entrou algemado, cercado por seguranças. Seus olhos procuraram Luiza no meio da plateia, mas ela não estava lá. Talvez porque soubesse que não havia mais como salvá-lo. Ele parecia menor do que eu lembrava, como se o peso de tudo o que tinha feito estivesse esmagando seus ombros.A acusação foi implacável. Apresentaram provas irrefutáveis: gravações, depoimentos, transferências bancárias, mensagens interceptadas. O promotor falava com convicção, cada palavra era um golpe certeiro. O plano para sabotar o carro, o envolvimento de terceiros, a conexão direta com os ataques contra mim e Lara. Estava tudo lá, escan
AlexandreO quarto do hospital estava cheio de uma paz diferente, quase sagrada. Lara repousava na cama, exausta mas feliz, e Miguel dormia serenamente no bercinho ao lado. Eu não conseguia parar de olhar para ele, como se a qualquer momento aquele sonho pudesse escapar entre meus dedos.Foi então que a porta se abriu devagar e Dona Cecília entrou, com Thiago e Júlia logo atrás. Minha sogra segurava um buquê de flores, enquanto os pequenos, com olhos brilhando de emoção, vinham trazendo um ursinho de pelúcia e um balão escrito "Bem-vindo, Miguel".— Meu Deus... — Dona Cecília sussurrou, levando a mão ao peito quando viu o netinho pela primeira vez.Thiago correu até o bercinho, olhando para o irmãozinho como se fosse a oitava maravilha do mundo.— Ele é tão pequeno... — disse, com um sorriso de orelha a orelha.Júlia, mais contida, chegou perto da cama de Lara e a abraçou com cuidado.— Você foi incrível, mana.Lara sorriu emocionada, acariciando o rosto da irmã.Logo depois, meus pai
AlexandreO tempo passou como um vendaval depois daquela visita à delegacia. Cada dia parecia uma batalha interna, mas também uma redenção. Lara estava radiante com a gravidez, e eu fazia tudo o que podia para manter nossa casa cheia de paz e alegria, apesar das sombras que ainda nos rondavam.Foram meses de preparação, ultrassons, consultas, risos nervosos e sonhos compartilhados. Vimos nosso filho crescer dentro da barriga da mulher que eu amava, e cada movimento dele parecia limpar um pouco mais do passado sombrio que Luiza tinha tentado nos impor.Montamos o quarto do bebê com tanto amor que parecia um verdadeiro refúgio. Lara escolheu tons neutros, delicados, e cada detalhe refletia nossa esperança e nosso amor. Eu me pegava, às vezes, entrando lá sozinho só para olhar o berço, o móbile de nuvens e estrelinhas, imaginando como seria tê-lo em nossos braços.Quando o nono mês chegou, eu já estava dormindo leve. Qualquer suspiro da Lara me fazia saltar da cama. E foi numa madrugada
Último capítulo