Narrado por Apolo
Ela estava na varanda da mansão de campo quando eu a vi.
Descalça. Cabelo preso de forma despretensiosa. Um suéter largo que eu tinha deixado jogado sobre a poltrona e que agora abraçava o corpo dela com uma intimidade que me fazia sorrir.
Tão minha.
E, ainda assim, eu precisava contar algo que podia abalar tudo.
A aproximação dos meus passos fez ela virar o rosto. Sorriu. Um daqueles sorrisos pequenos, sinceros, que ninguém mais no mundo conseguia me dar.
Violetta: — Bom dia,