Narrado por Zeus Marino
A palavra saiu da minha boca como se fosse só um verbo comum, mas o ar aceitou o peso e transformou aquilo em sentenças: “Que comece.”
Não disse “mate”, “ataque” ou “exploda”. Disse “comece”, porque a guerra que eu queria não era espetáculo bruto — era retaliação calculada, total, aquela que parte do bolso, do radar, das alianças, e que, se preciso, sujaria as ruas. Era o sinal que libera todos os planos que estivemos arquitetando às pressas, um botão que já havia sido c