O silêncio que tomou conta do calabouço após a libertação parecia apenas um prelúdio do verdadeiro caos que viria. As correntes partidas ainda ecoavam pelo ar, mas do lado de fora já se ouvia o som de passos, gritos guturais e o arrastar metálico das criaturas de Maginos.
Eva sabia que o tempo estava se esgotando. Segurava Azaleia junto ao peito, tentando estabilizar sua respiração fraca, enquanto os olhos atentos da bruxa percorriam cada sombra do corredor.
Annabelle, por sua vez, estava em pé ao lado de Andreas. Seu corpo ainda trazia marcas da prisão, mas sua alma ardia em chamas. Olhou para Nick, os olhos cheios de determinação.
— Você trouxe meu arco e flecha? — perguntou, a voz firme.
Nick abriu a mochila às pressas e retirou o arco dourado, forjado pelas bênçãos da lua, e a aljava repleta de flechas encantadas. — Sim, mãe. Estão aqui.
Annabelle pegou a arma com reverência, sentindo a energia fluir de volta pelas veias, como se fosse uma extensão de si mesma. Passou os dedos pel