Ponto de Vista de Annabelle
Saí do quarto onde minha filha dormia ainda pálida, o peito subindo e descendo devagar, como se cada respiração exigisse força demais. Meus olhos ardiam e o peso que carregava no coração parecia me afundar. O corredor estava silencioso, mas dentro de mim tudo era caos. A imagem de Mara tomada pela força divina, aquele brilho prateado rasgando o ar, ainda queimava na minha mente como um sol impossível de esquecer.
A porta se fechou atrás de mim e senti minhas pernas