O campo de batalha diante do refúgio dos híbridos ainda queimava quando Magnus parou no alto de uma colina, observando a carnificina que deixava para trás. Seu exército avançava sem piedade, espalhando fogo e sombras, destruindo cada árvore, cada pedra, cada traço de resistência. Os híbridos lutavam com ferocidade, mas eram muito poucos diante da onda de escuridão que ele comandava.
O ar cheirava a sangue e fumaça, e os gritos de agonia eram como música em seus ouvidos. Ele ergueu a mão, absor