O silêncio que permaneceu na sala do Conselho depois da aparição da Deusa Selene não era apenas silêncio. Era um vazio pesado, sufocante, como se o ar tivesse sido drenado e substituído por uma sombra antiga que ainda se agarrava às paredes.
Ninguém sabia o que dizer.
Ninguém ousava sequer respirar fundo.
Era como se a própria lua estivesse observando, esperando, julgando.
Os líderes que momentos antes gritavam, discutiam e exigiam punições, agora evitavam até olhar uns para os outros. Os vamp