O ambiente do hospital era o oposto do ar rústico e acolhedor do sítio gaúcho. Ali, o silêncio era estéril, interrompido apenas pelo bipe suave de aparelhos modernos e pelo ruído abafado de sapatos de borracha sobre o piso impecável. Isadora guiava a cadeira de rodas de Luana com uma mistura de ansiedade e esperança, enquanto a jovem observava os corredores brancos com uma sensação de Dejavu.
— Eu fui uma criança muito doente? Tenho tantas lembranças de hospitais. — Ela perguntou curiosa.
— Não