Dona Rosa abriu a porta com as mãos trêmulas, e o que se seguiu foi uma avalanche de emoção que o pequeno sítio jamais havia presenciado.
Antes que qualquer palavra fosse dita, Isadora atravessou a soleira em um soluço desesperado. Ao ver Luana sentada na cadeira de rodas no final do corredor, ela correu, caindo de joelhos aos pés da filha e envolvendo-a em um abraço tão apertado que parecia querer fundir os dois corpos para nunca mais perdê-la.
— Minha filha! — Isadora gritava entre lágrimas,