O veredito não foi anunciado com um estrondo, mas com um suspiro coletivo que pareceu esvaziar os pulmões de Chicago. O juiz, um homem cujas linhas no rosto contavam histórias de décadas de justiça amarga, proferiu as palavras que selariam o destino de Julian: culpado por negligência profissional, mas com uma sentença suspensa em virtude da coação comprovada e de sua colaboração crucial para desmantelar o esquema de Marcus Thorne.
Julian estava livre. Ou, pelo menos, livre das correntes de