O barulho que preenchia o Distrito Sul agora não era mais o estalo seco de disparos ou o rugido ameaçador de escavadeiras na calada da noite. Era o som rítmico, quase musical, de colheres de pedreiro batendo contra tijolos e o chiado constante das betoneiras. O ar, que durante meses cheirou a queimado e medo, agora carregava o perfume rústico de serragem e cimento fresco.
Eu estava sentada em um caixote de madeira, observando o esqueleto do que seria o novo centro comunitário. Minha Leica n