**Ponto de Vista: Dante**
O sangue no assoalho da villa já havia secado, mas o cheiro de pólvora e ozônio impregnava cada fibra daquela casa, um lembrete constante de que o meu santuário na Suíça fora profanado. Eu não aceitava derrotas, e a invasão daqueles cães portugueses não era apenas um ataque tático; era um ultraje pessoal. A Suíça estava morta para mim. A segurança que eu havia construído aqui era uma ilusão, e eu não construo impérios sobre ilusões.
— Empacote tudo — ordenei a Luigi, q