**Ponto de Vista: Dante**
O ar no quarto era espesso, carregado com o perfume doce e terroso de Leyla — um aroma que, por um breve momento, havia silenciado o caos que consumia minha mente. Estávamos em um transe, uma dança de pele contra pele onde, pela primeira vez em semanas, a armadura dela tinha cedido. Leyla estava entregue, seus dedos cravando-se em meus ombros, o som de sua respiração rápida sendo a única música que eu permitia que existisse na minha realidade.
Eu a segurava com uma pos