**Ponto de Vista: Leyla**
O ar de Nova Iorque não era doce, mas tinha o gosto inebriante da liberdade. Quando saí do JFK, misturada à multidão frenética de turistas e executivos, senti como se estivesse emergindo de um túmulo de mármore em Roma. Cada passo que eu dava no asfalto americano era um ato de rebeldia contra o homem que jurou que eu jamais veria o sol sem a sua permissão.
O reencontro com Bianca na Quinta Avenida foi um borrão de lágrimas e silêncios desesperados. Nós não nos abraçamo