**Ponto de Vista: Dante**
O carvalho da minha mesa de escritório parecia mais frio do que o habitual sob as palmas das minhas mãos. Eu observava os monitores. Leyla estava deitada, encolhida, uma das mãos pressionando a base das costas enquanto a outra acariciava o ventre imóvel. Eu via a dor atravessar seu rosto em ondas — não era apenas a dor física de um corpo que começava a protestar contra a carga que carregava, mas a dor da dúvida.
Ela estava começando a desconfiar. Eu via isso no modo co