Acordei com o celular vibrando incessantemente sobre a mesa de cabeceira.
Sentei na cama devagar, ainda sentindo o corpo flutuar entre cansaço e êxtase. A claridade atravessava a janela com gentileza. Paris parecia respirar devagar, como quem respeita o silêncio depois de uma grande noite.
Quando olhei a tela do celular, havia 17 notificações.
Eram mensagens, e-mails, marcações em redes sociais. A primeira foi de Anaïs:
“Você nasceu para isso. Responda quando acordar, temos MUITO o que conversa