Lucia desembarcou em silêncio.
Dessa vez, não havia mensagens no celular, nem atualizações na rede interna.
A cidade estava estranhamente calma.
Como o silêncio que antecede a guerra.
Adriana a esperava do lado de fora do terminal.
— Ele falou?
— Falou tudo — Lucia respondeu, entregando-lhe o pequeno caderno de Don Rafael.
Adriana o abriu ali mesmo.
Letras minúsculas, escritas com precisão de bisturi.
— Isso aqui…
— …é o esqueleto da serpente — Lucia completou.
—
No carro, Adriana comentou:
— R