O dia amanheceu cinza, mas na casa da FONTE, havia uma luz que nem o céu fechado conseguia apagar.
Lucia vestiu-se com simplicidade: calça escura, camisa branca de linho e os cabelos presos em um coque baixo.
Na sala principal, a mesa já estava montada.
Redonda, de madeira reciclada, feita pelas próprias mãos de Serena e duas sobreviventes de Burkina Faso.
Havia sete cadeiras.
Lucia ocupou a oitava.
Não como chefe.
Mas como anfitriã.
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Às nove da manhã em ponto, começaram a chegar.
Asha, jornal