Santiago do Chile.
Uma cidade que sempre pareceu parada entre montanhas e memórias.
Lucia desembarcou com Adriana e Elena, mas seguiu sozinha para o ponto de encontro.
Selene fora clara: só ela.
Era noite quando chegou à pequena casa nos arredores da cidade.
Portão de ferro enferrujado, fachada apagada, vizinhança silenciosa demais.
Lucia apertou a campainha.
Três toques curtos.
A porta se abriu com um estalo.
E ali estava ela: Selene Rocha.
Rosto marcado.
Olheiras fundas.
Mas os olhos — vivos,