A noite ainda não tinha terminado.
Lucia e Serena voltaram à Casa Principal antes do amanhecer.
O resgate fora rápido, preciso.
Mas a dor deixada nas entrelinhas era profunda como faca embutida.
No quarto de Lucia, elas não falaram.
Apenas sentaram lado a lado na cama.
— Ela sabe o que faz — disse Lucia, por fim.
— Amara?
— Sim.
Ela não improvisa. Ela planta.
E eu estou… cheia de sementes dela.
Serena segurou sua mão.
— Então a gente queima tudo que ela plantou.
Juntas.
Lucia sorriu com os olho