A luz do entardecer entrava em faixas poeirentas pela janela da sala. O ar na casa estava parado, pesado com a antecipação do que estava por vir. Então, a campainha tocou. Não o tom suave para visitas, mas uma sequência de dois toques curtos e um longo.
Dan abriu a porta, e Érica Ryes entrou como uma lâmina. Vestia um terno cinza impecável que gritava autoridade, seus cabelos grisalhos presos em um coque severo. Seus olhos, da cor de granito, varreram a sala, pousando em cada ro