Mundo de ficçãoIniciar sessãoA porta da casa segura rangeu ao ser aberta por Dan, um som que deveria ser um suspiro de alívio, de chegada. Para mim, foi o ruído de uma cela se fechando. O cheiro que invadiu minhas narinas era um fantasma: lasanha no forno, ceras de madeira antiga, e o leve vestígio de pólvora que parecia impregnado nas vigas. Era o aroma da minha infância, mas agora me chegava como o perfume de um quarto de hotel alheio.
— Emily! — a voz de Dan ecoou pelo corredor, carregada de uma ansiedade que






