O rabecão preto era um vulto sinistro contra a neblina cinzenta do amanhecer. Eu estava de pé, observando, o vento frio enrolando-se nas pontas do meu cabelo recém-cortado. A dor era uma pedra no meu peito, sólida e pesada. Shoji estava ao meu lado, seu usual ar de rebeldia substituído por uma quietude sombria. As tatuagens em seu pescoço pareciam mais pálidas sob a luz fraca que antecedia o dia.
Dois Corvos, vestidos de negro como a ocasião exigia, carregavam com solenidade o caixão de carval