Continuação.
A solidão me devorava em silêncio.
O salão agora estava vazio, e o som do corpo desaparecendo no ar ainda ecoava na minha mente como um lembrete cruel de que nada... absolutamente nada... poderia preencher o vazio que ele deixou.
Voltei para meus aposentos sem dizer uma palavra. A escuridão do quarto parecia viva, como se respirasse comigo — ou por mim, já que o meu peito não fazia mais isso há eras. As velas tremulavam ao meu redor, sombras dançavam nas paredes, e mesmo com