Continuação.
Encostada na porta do quarto, respirei fundo. Meu coração ainda estava galopando feito cavalo bravo, mas depois de alguns segundos, percebi:
— Espera… acho que ele não me reconheceu. — falei baixinho, arregalando os olhos. — Se tivesse reconhecido, já estaria aqui batendo na porta com aquele olhar de “vou te matar sua humana”.
Dei um pulo na cama e me joguei de barriga pra cima, rindo nervosa.
— Ufa, Lua… ufa. Mas você precisa aprimorar esse disfarce, porque esse bigodinho