A manhã seguinte não teve o mesmo peso da noite anterior — teve mais.
Não havia caos externo, nem vozes elevadas, nem perguntas diretas.
Era pior: havia estratégia.
Isabella acordou cedo. Não porque não conseguia dormir, mas porque sabia que o tempo agora era uma peça, e ela não podia desperdiçar nenhuma.
Tomou café sozinha, sentada à bancada de mármore, enquanto observava o cartão preto que agora repousava ao lado da xícara.
Aquilo não era um objeto.
Era uma ameaça.
Era um aviso.
Era um convit