A sala subterrânea parecia menor naquela noite.
Talvez fosse o peso das informações. Talvez fosse o que estava prestes a acontecer. Ou talvez fosse simplesmente o fato de que, finalmente, não havia mais espaço para ilusões — apenas verdades.
Isabella estava diante da mesa central, o holograma flutuando sobre o metal frio, exibindo camadas de rastros digitais deixados por Elijah. Uma dança caótica de códigos, coordenadas e movimentações bancárias — mas havia ordem ali. Um padrão minucioso, meticulosamente planejado.
Ela conhecia aquele padrão.
Porque já havia vivido sob ele.
— Ele não está escondendo mais — murmurou. — Está entregando rotas. De propósito.
Luca, sentado ao lado com os braços cruzados, arqueou a sobrancelha.
— Ou está fazendo parecer que está entregando.
Dante permaneceu em silêncio atrás dela, observando não só os dados — mas a postura dela. A respiração. A firmeza.
Isabella não era mais a mulher que Elijah tentou modelar, controlar ou quebrar.
Ela era consequ