A manhã estava silenciosa.
Não o silêncio tenso de estratégias, códigos ou ameaças.
Era o tipo de silêncio raro — o que só existe quando o caos finalmente aprende a descansar.
Isabella despertou devagar, sentindo primeiro o calor do sol entrando pela grande janela de vidro, depois o peso firme de um braço envolvendo sua cintura — protetor, possessivo, familiar.
Dante.
Por um segundo, apenas respirou ali — no lugar onde nunca pensou que chegaria.
— Eu sei que você está acordado — ela murmu