O prédio parecia diferente naquela manhã — como se a tensão impregnada nas paredes estivesse prestes a estourar. O corredor estava silencioso demais, atento demais. E assim que Isabella entrou, olhares se viraram. Não olhares curiosos como antes — mas olhares que diziam:
“Ela voltou. E algo mudou.”
Matteo a esperava perto do elevador, segurando uma pasta azul escura.
— Você causou um terremoto ontem. — ele comentou, entregando o documento.
— Era necessário. — Isabella respondeu, firme.
— E