A madrugada se estendia silenciosa sobre a cidade, mas dentro do apartamento o ar estava inquieto, denso — como se todo o lugar tivesse consciência do que havia acabado de acontecer.
Isabella caminhava pelo espaço como alguém que precisava respirar movimento para não sufocar com os pensamentos. Seu corpo estava ali… mas a mente ainda estava diante daquelas palavras projetadas na tela.
Está na hora.
O aviso, a invasão, o símbolo.
Nada daquilo fazia sentido — e ao mesmo tempo fazia sentido de