O som do elevador parecia alto demais para o espaço pequeno onde Isabela e Dante estavam. Não havia discussão, não havia acusações — apenas um silêncio denso, quase palpável. Um silêncio que não vinha do vazio, mas do excesso.
A porta abriu no último andar, e os dois saíram sem trocar uma palavra. A equipe já aguardava na sala de reuniões principal, e alguns olhares foram lançados em direção aos dois. Ninguém ousou comentar. Mesmo que tentassem fingir normalidade, era impossível ignorar que o