Naquela noite, Isabela dormiu no apartamento dele — não porque havia sido planejado, mas porque nenhum dos dois sentiu que era o momento de se despedir. Não houve urgência, nem precipitação. Apenas um entendimento silencioso de que ir embora seria interromper algo que finalmente estava se alinhando.
Dante preparou o sofá com uma precisão quase irritante — travesseiro arrumado, manta dobrada, distância respeitada.
— Você pode usar o quarto se preferir — ele disse, apoiando as mãos no encosto d