Mundo ficciónIniciar sesiónAlina sempre viveu sob a sombra do pai , um homem poderoso, e implacável, para quem o sobrenome da família vale mais que o amor de uma filha. Quando ele decide garantir que o legado da família continue, força um contrato de três anos com um lobo que abre mão do próprio sobrenome. Presa a esse acordo, Alina é obrigada a se unir com alguém que não conhece e cujo passado é um mistério, mergulhando em um mundo de hierarquias, segredos e tradições cruéis. Entre o desejo de liberdade e um contrato, ela vai precisar descobrir até onde está disposta a lutar pelo seu destino e como proteger seu coração.
Leer másAlina Eric a imprensou contra a parede, sua mão erguendo meus braços acima da cabeça. A outra segurava minha cintura com firmeza possessiva. Tentei chutar suas partes baixas, mas ele desviou com facilidade. Um pequeno sorriso surgiu no canto de seus lábios. Fiquei quieta ao notar que me debater só fazia meu corpo se esfregar ainda mais contra o dele; e eu já estava sentindo o efeito disso. — Eu vou gritar — ameacei. A mão dele deslizou até minha bunda e apertou com força. O som das garras rasgando parte das minhas roupas ecoou no ambiente. — Espero que sim. Ele me beijou, mas não era como o meu antigo namorado. Era invasivo, dominador, tomando minha boca com exigência. Eu não me atrevi a negar quando sua mão deslizou entre minhas pernas. Se eu fizesse isso, ele tinha tamanho e força suficientes para conseguir o que queria de qualquer forma. Eric começou com movimentos lentos, provocando, enquanto seus lábios desciam pelo meu pescoço. Quando sua boca quente alcançou meus
Alina Encharcados debaixo de uma sombrinha que não servia para nada diante da forte ventania, estavam o filho mais velho, Theon, e sua mãe. Observei da sala, sentada no sofá com meu prato na mão. Aparentemente, ela achou que estaria bem vestida na chuva usando apenas uma camisola branca. Agora, o tecido colado ao corpo estava completamente transparente, não deixando nada para a imaginação. A víbora tinha seios redondos e fartos, cintura estreita e quadris largos e arredondados. Agora entendi por que Eric disse que me faltava “carne” em nossa primeira noite. Escroto. Seu rosto também era bonito, lábios volumosos e o olhar sedutor. Eric abriu a porta, mandando-os entrar sob olhares curiosos dos outros machos da família, esperando para ver se um show ia começar. — Eric, o vento forte levou algumas telhas da nossa casa. Fiquei com medo dos trovões… Eu sei que você se uniu há pouco tempo e não quero incomodar. Se estivesse sozinha, nem viria pedir abrigo… mas tem o Theon, e você sabe
AlinaA porta se abriu e minha mãe me recebeu com um abraço caloroso, daqueles bem apertados. Seus olhos me atingiram em cheio — ternos e suaves — como um lembrete silencioso de todas as vezes em que já me curvei às exigências do meu pai apenas para preservar aquele brilho intacto nela.Era a doçura dela… uma inocência teimosa que, mesmo depois de adulta, nunca a abandonou.E foi por isso — por esse olhar puro demais para um mundo tão cruel — que eu sempre desisti de mim mesma.Por ela, eu enfrentaria qualquer tormenta… qualquer dor… qualquer destino que tentassem me impor.— Espero que estejam se dando bem.Eric passou o braço ao meu redor, me puxando para junto dele. Por um instante, me senti envolvida naquele gesto confortável.o— Como não estaríamos? Sua filha é encantadora.- Lancei um olhar rápido e desconfiado para ele.— Ah, sim… Alina sempre foi uma menina amorosa e paciente. - Minha mãe claramente ficou aliviada.A gentileza de Eric com minha mãe foi uma surpresa agradável, q
AlinaEric abre a porta do carro como um perfeito cavalheiro, segura minha mão e me ajuda a entrar. Em seguida, coloca uma música para tocar e seguimos a viagem em um silêncio constrangedor.— No que se formou? — pergunto. Às vezes esqueço que Eric foi lançado nesse casamento de surpresa, assim como eu.— Administração. — Ele deixa um sorriso quase surgir nos lábios.— Por que a graça? Acha que uma fêmea não pode ser competente nessa área?— Ah, não tenho dúvidas da sua competência. Só acho que meu pai parece ter escolhido a dedo. Mas vou logo avisando: quando acabar esse contrato, não terá mais nada aqui para você.— Como se me interessasse algo nesse fim de mundo — bufo. Será que ele acha que, quando o contrato acabar, estarei me arrastando aos seus pés. — Não tem medo de retaliações em sair de cara lavada assim? E se seus inimigos te descobrirem?Faço um estalo negativo com a língua.— Ainda vou morrer com você.— Não ando exatamente sozinho, Alina. — Ele olha para fora, erguendo o
Último capítulo