Jae-Hyun fechou lentamente a porta do Hanok, o discreto tilintar do sino marcando o fim daquela noite intensa. O aroma de gengibre, alho e óleo de gergelim ainda pairava no ar, misturado ao perfume delicado que Bruna deixara impregnado no espaço. Ela se fora há poucos minutos, e, mesmo assim, parecia ocupar cada centímetro do restaurante como uma presença invisível, quase palpável.
Encostou-se ao balcão de madeira e soltou um suspiro longo, deixando o corpo relaxar. Não podia ne