O sol já começava a baixar no horizonte, tingindo de dourado as paredes de madeira do pequeno restaurante que Min Jae-Hyun montava com as próprias mãos. Cada tábua fixada, cada parafuso apertado, cada metro quadrado daquele espaço parecia pulsar com a mesma energia que o movia: desejo. Não só pelo sucesso do Hanok, mas pela vida nova que ali começava a construir, longe da rotina acelerada de Seul, das exigências frias de uma metrópole que não mais o acolhia.
Naquela