A manhã amanhecia preguiçosa na vila, tingindo o céu de um azul pálido enquanto as ondas quebravam mansas na areia fina, desenhando e apagando rastros efêmeros. Bruna caminhava descalça pela rua de paralelepípedos, sentindo o frescor da brisa salina deslizar sobre sua pele nua sob o vestido leve. O aroma de pão recém-assado se misturava ao perfume das flores silvestres que pendiam dos muros caiados das casas, enquanto ela saboreava, em silêncio, aquele despertar.
A noite anterio