A floresta que cercava o coven parecia diferente agora.
Mais densa.
Mais viva.
Ou talvez… mais atenta.
Rurik caminhava à frente, o peito nu sob o frio cortante da manhã. Os olhos dourados atentos a cada som, cada variação no ar.
Selena seguia próxima, a capa de couro encharcada de orvalho, os cabelos presos em tranças de combate.
Ambos marcados.
Ambos expostos.
— O oráculo fica a quantas léguas? — ele perguntou, sem virar o rosto.
— Duas. Se a trilha não nos engolir.
— Ela pode?
— Ela já tentou