A luz da manhã não trouxe paz.
Trouxe silêncio.
E o silêncio no bosque era errado.
Selena se moveu lentamente, os músculos ainda doloridos — não da batalha, mas do que veio depois.
O cheiro de terra e suor ainda impregnava sua pele, e Rurik dormia ao seu lado, o corpo nu coberto por um fino manto de folhas secas.
Ela se sentou.
E ouviu.
Nada.
Nem corvos. Nem grilos. Nem vento.
A magia antiga deixava um rastro.
E Cael tinha deixado um sulco fundo o bastante para ecoar por léguas.
Selena sabia o